Na última quarta-feira (25) o Diretor-geral da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB), Bruno Almeida, esteve em Brasília acompanhado de uma equipe técnica da agência no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Na oportunidade foram protocoladas algumas necessidades e ações que devem ser tomadas para a execução da defesa agropecuária no Estado.
Coco – um alerta do setor produtivo do coco para os processos de importação de frutos de coco e derivados, sob o ponto de vista do risco fitossanitário, já que há a possibilidade de internalização de pragas exóticas no território nacional.
Banana – a solicitação de apoio no sentido de viabilizar a recuperação do telado que protege plantas básicas de Banana, do banco ativo de germoplasma da EMPRABA, Mandioca e Fruticultura, sediado em Cruz das Almas.
Cacau – uma maior cobertura de defesa agropecuária, visando intensificar a vigilância fitossanitária nos postos e fronteiras, em combate a Monilíase (Moniliophthora roreri). Isso requer um incremento do número de fiscais, aquisição de scanners e incineradores, mobilização do exército, além de formar e capacitar equipes de emergência em níveis federal e estadual.
Citros - foram duas solicitações. A primeira trata da revisão da Instrução Normativa Nº 053/2008, que estabelece critérios e procedimentos para detecção e manejo do Huanglongbing dos Citros (HLB ou "Greening"). Além, dos procedimentos para fiscalização da produção de material propagativo (mudas, portas-enxertos) de citros no Estado com vista ao atendimento à Portaria Estadual 243/2011, que condiciona a atividade em ambiente protegido (viveiros telados), com uma legislação mais restritiva do que a nacional (IN 48/2013), a fim de garantir a sustentabilidade da citricultura baiana, a 2ª do ranking brasileiro.